A modificação de paradigma é o seguinte: De neste momento, vamos ao médico no momento em que estamos doentes, pra que nos devolva ao nosso estado “normal”. Dentro de um tempo não é importante isso. O conceito de “normalidade” ficará obsoleto, e, apesar de estar saudáveis acudiremos pra que melhore nosso organismo e nossa mente.

Este é a mensagem básica que transmite em seu website Ed Boyden, o co-diretor do Center for Human Augmentation” no MIT. Ed Boyden fala de prótese, de neuroingeniería e de aumentar nossas capacidades cognitivas. Eu a todo o momento tinha ouvido expor destas ideias em contextos de ficção científica ou cenários muito futuristas.

Quando localizei o post de Ed, enviei-lhe um e-mail prontamente, solicitando uma entrevista. Não podia deixar ir a oportunidade de falar com alguém que está a investigar de verdade sobre esses assuntos, em um dos centros tecnológicos mais avançados do mundo.

  • 8 Programas de sistema
  • 89 HIROSHIMA FOI O CULPADO
  • O rastro de seu cartão, um recife pra lojas e pequenas organizações
  • A seleção de anúncios on-line, como branco
  • Criação do assunto pra internet e website
  • Breve sinopse do livro
  • Som One Touch Tuning & Dolby Atmos.

pela sexta-feira passada conversamos em seu escritório, durante 45 intrigantes minutos. A fusão do corpo humano e da máquina Ed quis deixar claro, desde o início, a sua abordagem: O primeiro intuito do laboratório de neuroingeniería que ele dirige é ajudar pessoas com distúrbios neurológicos.

Mas, se além do mais. a tecnologia que permite criar, aprimorar a memória, a criatividade ou a felicidade humana, estão moralmente obrigados a fazê-lo. Com um tanto de demagogia me comentou que a máquina de publicar foi idealizada originalmente para que os cegos possam enviar cartas, e que Grahan Bell tinha em mente socorrer as pessoas com surdez no momento em que desenhou o telefone.

Isto levou-nos a apresentar de prótese. Ed alegou que duas portas, a tua direita encontrava-se o despacho de Hugh Herr , um duplo amputado e pioneiro no projeto de próteses inteligentes. Hugh (o que escala pela imagem) garante dispor os fantásticos tornozelos do mundo, em razão de quando sobe escadas lhe empurram pra cima. A moral é óbvia: o