Sentem-se homens. Todavia não há graça, tornar-se transitoriamente em alguma coisa como esta de bonecos infláveis gigantes para apoio de próteses, recheios e máscaras de látex. Desmesuradas, inexpresivas, plastificadas. Desde por isso, chocantes. Nada que ver de perto com as drag queens que se limitam a mostrar-se com quilos de maquiagem, pestañota ser cultuado e pelucón a superior glória de Priscilla, Rainha do Deserto. Eles levam o piscar até o paroxismo: tornar-se, literalmente, em bonecos de corpo inteiro, com toda a sua pele enfundada em uma segunda pele de borracha de aparência inanimada. Entre a paródia da boneca Barbie e uma profecia do que pode suceder com algumas, quando se lhes vai nas mãos de abusar do bisturi, os enchimentos e a aplicação de botox, a granel.

Mais ou menos bonitas, mais ou menos exageradas. São rubber dolls (bonecas de borracha) ou maskers (mascarados, por aquilo que vestem ou sim uma máscara de látex com traços de mulher). Há alguns dias o documentário Secrets of the Living Dolls do Channel 4 mostrava o ritual de guarda-roupa desses loucos do travestismo. Primeiro, reunir-se que o mergulhador recheados de pernas falsas, um falso tronco e braços de cola.

logo depois, o rosto de borracha que tem só menores orifícios pros olhos, nariz e boca. E, enfim, a peruca. Logo depois, suas vidas. Por um lado, a anônima, geralmente banal. Por outro, a fantasia de tornar-se uma mulher de bandeira sui generis.

  • Dois Diagnóstico visual
  • quatro Edições Compendium
  • Diz ser E onde cai Malaga
  • Yasmin: Cristina Flores
  • Data de emissão na américa Latina: Dezenove de novembro de 2012

O estupendo é que os homens adeptos desta sorte de fetiche não seguem um único padrão. Não são, necessariamente, travestis, nem gay. Realmente, abunda o hétero brincalhão. Lá estava Robert, um septuagenario californiano recém-divorciado e disposto a comparecer esse ano para Rubberdoll Rendezvous de Minneapolis, uma convenção anual de amigos do látex, o bondage e sadomasoquismo e toda maneira de fetiche com acabamento vinilado. Ou Jon, mais chamado de ‘Jennifer’: operador de guindaste industrial, pai de 6 filhos e diretor do Rubberdoll Rendezvous. Ou Joel, um jovem bartender a ponto de se modificar para viver com sua namorada, que não tem nenhum escrúpulo em que ele se transforme em ‘Jessie’ de quando em no momento em que.

Se você precisa buscar um pai, a esta manifestação de liberdade sexual, emocional e até artística, esse é, sem dúvida, o fotógrafo alemão Peter Czernich. Criador da revista sobre isto sexo Marquis e um dos que mais foi digno esta forma de sentença sexual. Ele mesmo define de forma muito clara a aparência dessas bonecas humanas: “Devem se vestir inteiramente enfundadas em látex e ter os traços femininos muito exagerada.

Isto acrescenta seios de torpedo, cintura de vespa e quadris, coxas e bumbum muito acentuados. Batom radiante, cílios superlativas e unhas compridas. Normalmente, costuma ser submissa, pronta pro entusiasmo dos outros. Isto é, um brinquedo sexual”.

“Artista conceitual e pós-pop”, responde sem pudor no momento em que se tenta indagar a respeito da circunstância sexual do ser humano que se aninha perante a roupa e a peruca insufláveis. Definitivamente acompanhada pelo seu cão – assim como inflável – Snowy e situada a em torno de saltos de ataque. E se a rifan inaugurações de galerias de arte, exposições e desfiles de moda, como o da assinatura de sapatos brasileira Melissa na Semana de Moda de São Paulo. É a última excentricidade de um mundo onde arte, espetáculo e a vítima são de um bilhete de seguro pra fama.