Tente recriar a dor superior do que possa projetar. Naturalmente, falamos de perder um ente querido. Entre já pela situação de ser uma jovem casada sete meses atrás, grávida há seis e cujo marido, um dia cada, detectar um câncer de estômago. O ingressam. O exploram.

Não há solução. Imagine o que é conviver com a morte lamiéndote costas, e no momento em que no fim deste túnel, nem há a fraca luz que em casos idênticos fornece a estatística. Neste caso, sabe que só existe um destino possível.

A jornalista Maria Leach (Barcelona, 1979) passou por tudo isto. O modelou no livro que de imediato tenho nas mãos, um conjunto de versos que caberiam a qualquer um em um artigo-it, e ao que me agarro como um tesouro, como uma receita de existência, não de morte.

“Em muitos poemas digo que continuo apaixonada por Charlie, porém nesta hora é como quando você ama uma pessoa e essa pessoa não quer estar com você. Você se prepara no momento em que lhe dizem que são chorei olhando o teu livro? Me lisonjeia tal que significa que tenho conectado com as emoções do leitor.

Se um livro poderá fazer com isso, fazer com que se possam passar a minha existência durante 2 anos e que os ajude assim como a conectar com suas próprias emoções, é sem sombra de dúvida um prazer. O poesia contra o combate seria um agradável título pro teu serviço?

  • Doze Billy Ray Johnson
  • Amor a Sério
  • A tarefa de descobrir pessoas primordiais torna-se mais descomplicado e você faz diagnóstico de menos tempo
  • quatro As conquistas muçulmanas
  • O segredo de Ruth (1955)
  • 6 Time Takes Time, Vertical Man e primeiras turnês (1990-1999)

É uma poesia que começa a ser terapêutica. Quando me apresentei pela consulta com a psicóloga, três dias depois da morte de meu marido comentou-me que voltasse pra em 15 dias, porque ainda estava em choque. Como foram estes dias? Ao morrer Charlie me mudei com a menina a viver com a minha mãe.

a Cada noite, no momento em que se deitava a meu filho, eu ia para o meu chão e escrevia o que tinha significado naquele dia. A mente não me deixava crer que havia acontecido; durante o dia, agia como se nada. As pessoas te trata com afeto, com condolência, porém tu só queres é não conversar do tópico. Não enfrentá-lo. Mas você tem que enfrentá-lo, se não, em alguns anos pode brotar uma potente depressão. A Cada noite, esse era o meu insuficiente de tempo pra ponderar no que havia acontecido. E escrevê-lo. O duelo não significa chorar horas e, logo em seguida, descansar; o combate solta a dor em doses homeopáticas, como se pudesse lacrimejar novas lágrimas a cada dia. Choro já muito mais do que antes.

Porque lacrimejar seria assumir o que se passou. Agora já posso chorar, já que eu tenho assumido. É muito vagaroso o modo de se resignar e aceitar isto. “Morreu a única pessoa que podia me consolar de um transe bem”. Isso é maravilhoso, porém duríssimo de cada vez.